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Robô é usado pela primeira vez em procedimentos de Cirurgia Geral - Hospital de Clínicas - Porto Alegre - RS

A última semana do mês de março foi marcada pela realização de seis procedimentos na área de Cirurgia Geral através da modalidade de cirurgia robótica. As operações foram realizadas pelo coordenador do Programa de Cirurgia Robótica, professor Leandro Totti Cavazzola e pelo cirurgião do Serviço de Cirurgia Geral José Ricardo Guimarães.

De acordo com Totti, para efeito de treinamento, foram realizadas colecistectomias (cirurgia de retirada da vesícula), fundoplicaturas (cirurgia para refluxo gastroesofágico) e de hérnias inguinais bilaterais. “Todos os procedimentos transcorreram como planejado. Os cirurgiões foram inclusive liberados pelo tutor para realizarem o procedimento de forma independente daqui para a frente”, relata o professor.

Até o início de abril, houve um total de 43 cirurgias nas mais diversas áreas envolvendo o uso da plataforma robótica Da Vinci. O cronograma de planejamento estratégico prevê ainda a inserção da cirurgia digestiva e da coloproctologia a partir de maio e da cirurgia torácica a partir de setembro. Segundo Totti, os procedimentos realizados com o robô contam com diferencias em relação aos que são feitos de forma tradicional. “A precisão da manipulação robótica e a estabilidade da plataforma para a realização de procedimentos complexos são ferramentas bem importantes nesta situação.”

Fonte: https://www.hcpa.ufrgs.br/content/view/6897/927/

Cirurgia Robótica - Porto Alegre - RS

Última atualização ( Sex, 04 de Abril de 2014 13:46 )

 

O tempo regulamentar está passando rapidamente para a organização brasileira, encarregada da Copa do Mundo de 2014. Entre a construção e a remodelação de dezenas de estádios, o governo brasileiro, juntamente com a Confederação Brasileira de Futebol, decidiu concentrar o foco na questão da segurança, que estrategicamente terá o apoio de modernos e poderosos robôs.


(Fonte da imagem: History Channel)

Após a assinatura de um contrato multimilionário com a empresa fabricante do iRobot, contratada para entregar o equipamento pronto ainda no final deste ano, o Comitê Organizador contará com diferentes tipos de aparelhos robotizados autônomos e de controle remoto, para garantir a vigilância, detecção e desativação de explosivos, além de um suporte a segurança preventiva tanto dentro, como fora dos estádios.

Com uma importante agenda para o país, como anfitrião de um dos eventos esportivos mais importantes do mundo, os robôs policiais, sobre cujos modelos ainda não se sabe nenhum detalhe, prestarão um serviço fundamental a partir deste mesmo ano, durante a Copa das Confederações e esperamos que continuem até os Jogos Olímpicos de 2016, excelente desempenho.

Fonte: The History Channel Latin America

Copa do Mundo de 2014 vai ter segurança robótica.

Última atualização ( Sex, 14 de Março de 2014 15:54 )

 

Já pensou em ter um exoesqueleto robotizado? Sabe o que é isso? Até o presidente Barack Obama quer um... Quem imaginou uma armadura como a dos filmes, tipo Homem de Ferro, acertou.

Exoesqueleto robotizado(Fonte da imagem: History Channel)

Existem diversos protótipos de exoesqueletos por aí, um dos mais espetaculares, seguramente, é o do robô XOS 2. Desenhado pela companhia Raytheon para os campos de batalha, o traje transforma qualquer soldado asmático em uma máquina de agilidade, força e resistência. E, com certeza, deve aumentar também a bravura desses combatentes durante operações em locais de desastres naturais e zonas de combate.

Outro protótipo já em funcionamento é um robô exoesqueleto de fabricação italiana, capaz de reproduzir perfeitamente a forma de correr, caminhar, mover os braços e levantar equipamentos pesados. Na verdade, o modelo italiano foi feito para trabalhar em fábricas, mas o objetivo é que, uma vez aperfeiçoado, possa atuar em salvamentos de vítimas de desastres.

A utilização desse tipo de equipamento se estende às pessoas que perderam os movimentos ou ficaram paralisadas. Hospitais da Europa e Estados Unidos têm apresentado excelentes resultados durante as provas iniciais.

Fonte The History Channel Latin America

Exoesqueleto robotizado vira realidade

Última atualização ( Sex, 14 de Março de 2014 15:36 )

 

O chip implantado no corpo do inseto utiliza a energia produzida pela própria alimentação da espécie

Assunto já polêmico aqui no Portal Robótica volta a ganhar destaque com uma versão aprimorada da "barata robô". Através das pesquisas mais recentes de pesquisadores japoneses o controle eletrônico da barata retira a energia dos próprios fluidos da espécie, tornando-se quase um relação de parasitismo com o inseto.  O que você leitor acha sobre o assunto. Fique a vontade para deixar o seu comentário abaixo da matéria.

(Fonte da imagem: TechCult)

Texto na íntegra do site TecMundo

Controlar drones e robôs já é uma realidade há algum tempo para a comunidade científica, e uma tarefa até simples perto do que pesquisadores japoneses acabam de realizar. Uma equipe formada por cientistas da Universidade de Osaka e da Universidade de Agricultura de Tóquio desenvolveu um sistema capaz de controlar baratas, e com um sistema que se alimenta dos fluidos da espécie!

Essas baratas controladas remotamente não são amostras robóticas nem feitas em laboratório. O trabalho é, na verdade, um circuito em célula, de tamanho reduzido, que é inserido no corpo do inseto e pode mandar pulsos elétricos ao cérebro, levando a mudanças de direção e comportamento. Outros casos semelhantes de circuitos já foram testados em baratas, que poderiam até ajudar a salvar vidas em desabamentos.

O grande desafio dessa tecnologia era conseguir uma alternativa para alimentar o sistema sem o uso de uma bateria de duração limitada. A solução encontrada foi utilizar os próprios fluidos corporais da barata para obter energia, transformando açúcares em cargas capazes de manter os circuitos funcionando.

Pesquisadores acreditam que, se a nova tecnologia de energia for combinada com a de controle do inseto, é possível que essas espécies possam ser utilizadas para transmitir vários tipos de sinais sem fio. Quem sabe, em um futuro não muito distante, teremos baratas ciborgues a serviço do homem?

Fonte: TecMundo

Cientistas criam circuitos para controlar baratas remotamente

Última atualização ( Seg, 03 de Fevereiro de 2014 18:57 )

 

Forças armadas querem reduzir o número de pessoas em uma brigada e pretendem expandir o uso de aparelhos não tripulados

Até pouco tempo atrás sinônimo de grandes orçamentos, o exército dos Estados Unidos passa por uma fase no qual pretende investir em forças mais econômicas, compactas e, especialmente, mais mortais. Para isso, as forças armadas do país norte-americano pretendem substituir pelo menos 25% de seus soldados por robôs inteligentes nos próximos anos.


(Fonte da imagem: Reprodução/Defense News)

Segundo o general Robert Cone, responsável pelo Treinamento do Exército e Controle de Doutrina da instituição, afirmou que há a intenção de que cortar o tamanho máximo de uma brigada para 3 mil (atualmente o limite é de 4 mil soldados). Os combatentes eliminados seriam substituídos por robôs e sistemas não tripulados, como os drones já utilizados em algumas operações.

“Quando você vê o sucesso que a Marinha teve na redução de pessoas em navios, percebe-se que há funções de uma brigada que podemos automatizar — robôs ou máquinas tripuladas ou não tripuladas —, limitando o número de pessoas envolvidas levando em consideração primeiramente o fato que pessoas correspondem pela maior parte de nossos custos”, afirmou Cone durante uma apresentação ocorrida na semana passada.

Aumentando a letalidade das forças armadas
Cone também defende que a mudança tem o objetivo de aumentar o grau de letalidade das forças armadas do país. Segundo ele, nos últimos 12 anos os Estados Unidos tiveram que perder muito nesse quesito devido à sua filosofia de operar como uma força de proteção, “e o Exército essa manobrabilidade, posicionabilidade e poder de fogo de volta”.

A expectativa é a de que, até o final de 2015, o país tenha reduzido de 540 mil para 490 mil a quantidade de soldados que emprega a seu serviço. A previsão é que esse número continue diminuindo com o passar dos anos, chegando a 420 mil integrantes a partir de 2019.

Fonte: Defense News por TecMundo

Exército dos EUA quer substituir 25% de seus soldados por robôs

Última atualização ( Sex, 24 de Janeiro de 2014 14:34 )

 

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