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Você faz alguma ideia da função desse estranho objeto abaixo, que parece uma aranha mecânica devorando a mão humana? Falando sério, trata-se de uma tecnologia bastante promissora que, se bem desenvolvida, pode encurtar bastante a barreira entre o real e o virtual.

O exoesqueleto é o Dexmo F2, criação da Dexta Robotics. Basicamente, trata-se de um sistema de resposta que tenta reproduzir a sensação de encostar em objetos que estão na realidade virtual. Em uma conversa pública no Reddit, os responsáveis pelo projeto explicaram um pouco mais sobre o que é e como essa mão opera.

O funcionamento é mais simples do que parece: quando o avatar que você está controlando bate em um objeto digital, um sinal é enviado para os atuadores presentes no exoesqueleto, que cria uma "força de resistência" na ponta dos dedos, segurando o movimento e simulando a ação de "batida" em alguma coisa. Por enquanto, nada de sentir texturas, por exemplo. O protótipo é impresso em 3D e pode ser facilmente quebrado, mas a versão comercial será mais rígida e vendida com parte de metal.

A primeira patente da empresa foi aprovada na China e várias outras estão pendentes nos Estados Unidos, por isso não há previsão de lançamento comercial da Dexmo F2. O projeto deve entrar no Kickstarter em breve.

Fonte: Reddit por Tecmundo

Empresa promete exoesqueleto nas mãos para você sentir objetos virtuais

Última atualização ( Qua, 01 de Outubro de 2014 14:59 )

 

Falta menos de 1 mês para a Fimmepe 2014!!!

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Última atualização ( Qua, 24 de Setembro de 2014 11:15 )

 

Melhor do que criar robôs de design estritamente funcional e abstrato é criar robôs que remetam a algo familiar. Afinal, quem não gosta de um robô unicórnio, um robô amigo, um robô... Molusco? Se você se enquadra nessa lista, fique feliz, pois pesquisadores conseguiram imitar um dos animais mais inteligentes do mundo marinho, o polvo.

Dimitris Tsakiris e seu time do Instituto de Ciência da Computação da FORTH, na Grécia, criaram uma réplica robótica de um polvo do tipo Octopus vulgaris com tentáculos de silicone presos a uma teia que impulsiona o objeto como uma criatura real na água.

Na verdade, dependendo do ângulo de visão e do quão informado você está, é bem possível confundi-lo com um molusco de verdade. As experiências mostraram que peixes das águas do Mediterrâneo, por exemplo, não conseguiram diferenciar o robô de uma criatura orgânica, e passaram a segui-lo, assim como peixes fazem com polvos.

FONTE(S) - Tecmundo by Science News
IMAGENS - Gizmodo

Robô que se locomove como um polvo

Última atualização ( Qua, 24 de Setembro de 2014 11:07 )

 

Na terça-feira, 9, enquanto a Apple exibia seus novos celulares e até um relógio, a Intel fazia outro tipo de anúncio. Em parceria com o físico Stephen Hawking, a companhia mostrou uma cadeira de rodas inteligente.

(Foto: Divulgação)

Portador de esclerose lateral amiotrófica (ELA), Hawking tem mobilidade reduzida e dependeu de cadeiras de rodas especiais a maior parte de sua vida. Trabalhando há cerca de uma década em parceria com a Intel, ele resolveu apresentar o novo protótipo da empresa.

Desenvolvida pelo departamento de "internet das coisas" da companhia, a cadeira de rodas recolhe e analisa informações biométricas do usuário, que são exibidas em telas sensíveis ao toque.

Ela é capaz de fazer um acompanhamento da saúde da pessoa com medidores de temperatura corporal, batimentos cardíacos e pressão sanguínea. Isso tudo além, claro, de informar o status da cadeira enquanto máquina.

Com a cadeira da Intel, o usuário consegue analisar rapidamente as condições de acessibilidade do local onde está.

Fonte: Olhar Digital

Stephen Hawking apresenta cadeira de rodas inteligente da Intel

Última atualização ( Qui, 11 de Setembro de 2014 11:35 )

 

Novo microcomputador Raspberry Pi é mais versátil e econômico

O Raspberry Pi, microcomputador famoso pelo tamanho diminuto e preço baixo (cerca de R$ 77 reais), ganha esta semana uma nova versão chamada B+. Embora custe o mesmo preço, ela apresenta modificações que o tornam mais versátil para usuários finais e programadores.

Entre as novidades, divulgadas no blog do projeto, estão o aumento de 26 para 40 pinos de entrada e saída, úteis para programadores e alunos, além do aumento de 2 para 4 portas USB. Também foi trocada a placa de som, o que melhora a qualidade do áudio, além de mudanças no gerenciamento de energia do Pi. Com isso, o funcionamento passa a ocorrer com corrente de 600 mA (contra 750 mA do modelo anterior) e potência máxima de 1 W.

Uma mudança que pode não agradar a todos, no entanto, é a utilização de cartões MicroSD, no lugar dos SD comuns. Os slots para cartões MicroSD são incompatíveis com os modelos maiores, que também tendem a ser mais baratos e rápidos. A utilização do MicroSD, no entanto, permite mais segurança na forma como a memória fica presa ao dispositivo e economiza espaço.

O chipset BCM 2835 e os 512 MB de RAM continuam os mesmos, assim como a saída HDMI e o conector MicroUSB, assegurando que o novo Pi não seja mais rápido nem mais lento do que o modelo anterior, apesar das mudanças. A saída de vídeo composto, no entanto, ganha um novo conector, na forma de uma ponta P2 de 3,5mm.

Fonte: Olhar Digital

Novo Raspberry Pi B+

Última atualização ( Ter, 15 de Julho de 2014 00:12 )

 
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